quinta-feira, novembro 11, 2010

É proibido executar este programa

Veja como impedir que um determinado software seja executado no sistema operacional Windows 7.

Se você é pai ou mãe de um pequeno usuário e quer impedir que ele execute um determinado programa no Windows 7, um caminho é editar o Registro do Windows.

Acione botão Windows + R e digite regedit, para abrir o Editor do Registro.

Navegue até a pasta
HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Policies\Explorer

Agora, clique na divisão direita da janela com o botão direito e acione
Novo > Valor DWORD

Renomeie esse item para DisallowRun.

Em seguida, dê um duplo clique no item e, na janela que se abre, mude o valor para 1 e dê OK.

Clique com o botão direito na subpasta Explorer e, no menu, escolha
Novo > Chave

Dê a essa chave o mesmo nome: DisallowRun.

Outra vez, clique com o botão direito no outro lado da janela e acione
Novo > Valor da Sequência.

Digamos que você queira barrar o programa BitTorrent. Dê um duplo clique no valor e, na caixa Dados do Valor, digite o nome do executável: bittorrent.exe.

Para fazer o teste, reinicie o sistema e tente rodar o programa.

Atenção: esta dica envolve editar o Registro do Windows.

Cuidado: um erro nessa operação pode tornar seu sistema imprestável. Por isso, só mexa no registro se você se sente seguro para realizar essa operação.

Software livre gerará economia de R$ 500 milhões

A utilização do software llvre por empresas do governo federal deve gerar até o fim deste ano uma economia aos cofres públicos de R$ 500 milhões.

“São recursos que deixaram de ser gastos em compra de licenças de softwares proprietários desde a adoção do programa em 2003”, disse à Agência Brasil Djalma Valois, assessor da diretoria do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) da Casa Civil da Presidência da República.

Ele adiantou que em janeiro do próximo ano o governo vai realizar um novo levantamento para atualizar o total economizado, mas acredita que será muito próximo ao valor projetado.

Durante a sétima edição da Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2010 – que reúne em Foz do Iguaçu até amanhã (12) cerca de 2,3 mil participantes -, será apresentada uma das iniciativas do governo no setor, os cursos realizados pelo Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento (CDTC), do ITI, que oferecem quase 400 mil vagas para empresas.

"Atualmente estão matriculados 77.247 alunos de 8.475 empresas, de 2.340 municípios brasileiros”, informou Valois. Segundo o assessor, na conferência será mostrado o processo de formação do CDTC e os atuais acordos com países da America Latina, que têm como objetivo repassar a experiência do Brasil para os demais países do Mercosul.

terça-feira, novembro 09, 2010

Mafia

A empresa sueca Illusion Softworks ingressou na dura missão de recriar a vida de um mafioso de uma maneira extremamente cinematográfica e com enorme cuidado na reprodução histórica do ambiente. O resultado é "Mafia", o novo jogo que a Greenleaf traz ao Brasil com legendas em português.

GTA: Lost Heaven?

Quem estava esperando uma alternativa para "Grand Theft Auto" pode ficar decepcionado: a estrutura do jogo é radicalmente diferente. Ao invés de oferecer uma enorme liberdade e muitos segredos e opções, "Mafia" conta a história de Tommy Angelo, um taxista que acaba se envolvendo acidentalmente com a máfia da família Salieri.

O game alterna uma trama totalmente linear de missões repletas de ação com seqüências não-interativas de qualidade cinematográfica, tecendo um enredo que consegue mergulhar o jogador na vida de Tommy. A narrativa é uma das melhores já vistas em um jogo para PC, dependendo em grande parte de personagens fortes e cenas dirigidas com linguagem tomada diretamente dos filmes clássicos de Hollywood.

Vamos festejar como se fosse 1929...

Um dos pontos fortes do jogo é a recriação do ambiente. A cidade fictícia de Lost Heaven é uma grande cidade americana da década de 30, com centro comercial, um bairro italiano, uma zona industrial, um subúrbio... Lost Heaven tem vida própria, e está cheia de pedestres e motoristas - e principalmente uma grande biblioteca de carros - que ajudam a recriar o clima da época. A trilha sonora mistura músicas típicas com canções dramáticas orquestradas para as partes não-interativas.

Em qualquer momento do jogo, Tommy tem uma missão com um objetivo específico e, às vezes, tempo limitado para cumpri-lo. O protagonista irá recolher dinheiro de proteção, escoltar pessoas, enfrentar a família rival... os exemplos são muitos. A grande maioria delas envolve dirigir até um local, enfrentar inimigos e voltar à salvo ao Bar dos Salieri.

Tommy aprende gradativamente como arrombar cada um dos tipos de carro da cidade, aumentando sua biblioteca de automóveis: cada um deles tem um visual e controle único, adicionando realismo à experiência. Uma boa parte do game será perdida dirigindo de um lugar para outro. Infelizmente, é preciso dirigir cuidadosamente (leia-se: respeitando as leis de trânsito), o que pode deixar o ritmo do jogo um pouco lento. A simulação da direção é mais realista do que em "Grand Theft Auto 3"... aliás, bem mais conservadora também: nada de realizar enormes saltos, capotagens e outras loucuras... grande parte dos veículos tem dificuldade de subir ladeiras! Felizmente, a empresa garantiu que os automóveis demonstrassem danos não apenas mostrando amassos, vidros quebrados pneus furados, mas também criando um impacto na forma como eles dirigem.

A parte de tiro do jogo é extremamente competente, e talvez até exageradamente realista. Tommy conta com munição bem limitada e não encontra power-ups espalhados pelas ruas: mais munição precisa ser tirada dos inimigos mortos. Os controles do herói são simples e bastante funcionais. Mas o verdadeiro destaque está nas próprias missões: seja invadindo um hotel para resgatar um amigo ou invadir uma pista de corridas para roubar um carro, o jogo é repleto de surpresas e situações montadas de maneira dramática e diverta (com um grau de dificuldade desafiador, mas sem ser frustrante).

Do you read me?

A tradução da Greenleaf merece um comentário: ela ajuda na hora de entender os muitos diálogos do jogo, mas faz disso sua ÚNICA preocupação: qualquer coisa escrita não recebe tradução, como a citação bíblica no começo do jogo. A tradução traz alguns erros de digitação, assim como alguns erros de tradução (Tommy Gun é metralhadora em inglês, mas o jogo traduz como se fosse a arma do protagonista). Infelizmente, o esforço da empresa deixa um pouco a desejar - uma localização efetiva deveria trazer no manual explicações sobre a sinalização e leis de trânsito utilizadas no game - que diferem das brasileiras atuais.

O game oferece algumas opções periféricas interessantes: além do jogo tradicional, no decorrer da aventura você vai liberando novos carros e uma modalidade sem policiais para dirigir livremente pela cidade. Isso e uma opção de visualizar em detalhe e com informações adicionais cada um dos carros do jogo completa o pacote e oferece um bom bônus para quem já completou a trama original.

Invictus

Recentemente eleito presidente, Nelson Mandela (Morgan Freeman) tinha consciência que a África do Sul continuava sendo um país racista e economicamente dividido, em decorrência do apartheid. A proximidade da Copa do Mundo de Rúgbi, pela primeira vez realizada no país, fez com que Mandela resolvesse usar o esporte para unir a população. Para tanto chama para uma reunião Francois Pienaar (Matt Damon), capitão da equipe sul-africana, e o incentiva para que a selação nacional seja campeã.

Info:
Título: Invictus
Titulo Original: Invictus
Duração: 134 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Direção: Clin Eastwood
Elenco: Morgan Freeman, Matt Damon, Tony Kgoroge, Patrick Mofokeng