quarta-feira, abril 20, 2011

The Sims Medieval

"The Sims: Medieval" leva simulador de vida para a Idade Média

A Electronic Arts anunciou um novo título de "The Sims", sua famosa série de simulador de vida. "The Sims Medieval" coloca os personagens populares na Idade Média, trazendo "uma mecânica de jogo atraente nunca antes vista na história da franquia", de acordo com a editora.

"The Sims Medieval" é o primeiro de uma série e, por ora, está confirmado apenas para PC e Macintosh. No título, os jogadores podem criar heróis, se aventurar em missões e buscas, construir e controlar reinos, e ter controle de cada personagem "herói-Sim" no jogo.

"A Idade Média é uma época de intriga, lenda e empolgação. Ela oferece um perfeito cenário para uma inédita série do The Sims Studio por conta das infinitas histórias que podem ser contadas", disse Scott Evans, gerente geral do The Sims Studio na Electronic Arts.

"'The Sims Medieval' oferece uma nova forma para jogadores experimentarem 'The Sims' a qual esperamos que os fãs gostem, e traz uma mecânica de jogo que os fãs de estratégia e RPG vão achar atraentes como controlar um reino inteiro e mecanismos baseados em missões".

Na idade das trevas

Em "The Sims Medieval", os jogadores podem controlar vários personagens diferentes como reis, rainhas, cavaleiros, magos, ferreiros e menestréis. O jogo vai se desenvolvendo com a resolução de várias missões distintas como forjar uma espada lendária, arranjar um casamento real, proteger o reino de um maligno feiticeiro e encontrar a fonte de juventude.

Cada missão se desenrola de maneira diferente dependendo do herói-Sim que o jogador estiver controlando. O título também permite a construção de seu reino através de expansões internas ou de conquistas de territórios vizinhos.

Da mesma forma que outros jogos da série, "The Sims Medieval" traz um alto nível de personalização. É possível personalizar todos os heróis que chegam ao reino, escolher suas características pessoais e seus defeitos fatais. Produzido pela The Sims Studio, o game tem estreia agendada para o segundo trimestre de 2011.


terça-feira, abril 19, 2011

Entendendo fluxogramas...

Mercado (ainda) busca profissionais de TI

Empresas de tecnologia encontram dificuldade em preencher as vagas

Os salários são acima da média e há oportunidades de crescimento. A falta de treinamento é um problema generalizado, afirma pesquisa.

As empresas estão atrás de talentos. Uma pesquisa mostrou as muitas oportunidades e as muitas dificuldades no mercado de tecnologia. Hoje em dia, decididamente não dá mais para viver sem esses profissionais de tecnologia da informação.

São eles os responsáveis pelo desenvolvimento, pela manutenção dos computadores de qualquer empresa e, principalmente, por encontrar soluções que cortem custos e aumentem a produção. Vaga tem muita e com salário acima da média, mas as empresas não encontram o que procuram.

Luiza Cunha é toda entendida de computador. “Você pode acessar a internet onde quer que você esteja: no celular, no laptop ou pode acessar no computador mesmo. Isso é um grande benefício”, diz a Luiza Cunha, de 10 anos.

Pena que ela ainda não tem idade para trabalhar. O mercado está à procura de gente que entenda de tecnologia da informação.

“A gente não consegue formar profissionais na velocidade em que o mercado os demanda. A gente tem um nível alto de evasão, às vezes o profissional começa e não consegue terminar o curso”, conta o professor da Universidade de Brasília (UnB), Ricardo Puccini.

Uma empresa faz 20 entrevistas por semana. O salário é acima da média de mercado e carteira de trabalho, assinada. A empresa só exigiu experiência. A oferta de emprego continua de pé porque, depois de mais de um mês de procura, não apareceu ninguém qualificado para ocupar a vaga.

O problema, segundo a gerente de recursos humanos Fernanda Vieira, é que os candidatos não passam na prova de conhecimentos técnicos. “Você vai realmente analisar o currículo da pessoa e percebe que a base de faculdade foi muito pouca que eles tiveram”, diz a gerente de RH Fernanda Vieira.

Estagiários são treinados. Depois de capacitados, passam a ser disputados pela concorrência. “Já tive oportunidade de sair até por concurso, mas com conversas na empresa preferi ficar aqui”, conta o bacharel em ciência da computação Fábio Calaça.

Já que a tecnologia muda o tempo todo, não basta treinar uma vez só e pronto. “Nós precisamos capacitar nossos profissionais indo à frente, fazendo com que eles enxerguem as tendências do mercado”, diz o presidente Instituto Brasília de Tecnologia e Informação, Claynor Mazzarolo.

A falta de treinamento é um problema generalizado, de acordo com uma pesquisa realizada com 130 empresas em todo o país. Ao todo, 92% disseram que tem dificuldade de contratar funcionários e 81% afirmaram que há uma escassez de profissionais capacitados. O mais difícil, segundo o estudo, é contratar técnicos, engenheiros e gerentes de projetos.

“A economia está crescendo, e essas especializações não aconteceram no momento oportuno, o que cria esse problema para as empresas. Elas têm de correr no mercado, buscar esses profissionais, especializar e manter”, explica o presidente da Associação Brasileira de RH do Distrito Federal Hélio Vasconcelos.

Ainda segundo a pesquisa, 54% das empresas ouvidas responderam que tem diminuído as exigências para a contratação de profissionais nas áreas técnicas e operacionais.
Fonte: Bom Dia Brasil

Para acessar o vídeo dessa reportagem, clique aqui!

quinta-feira, abril 14, 2011

''Pai'' do CTRL + ALT + DEL

''Pai'' do CTRL + ALT + DEL revela ter criado atalho em dez minutos e diz só usar Windows.

Além dos grandes medalhões da tecnologia como Bill Gates (Microsoft), Steve Jobs (Apple) ou Linus Torvalds (um dos criadores do sistema Linux), a história da computação pessoal tem vários personagens que não ganharam tanta notoriedade, mas que são importantíssimos - muitos deles com invenções utilizadas no cotidiano de todo usuário de computador.

Um desses grandes coadjuvantes da tecnologia é o engenheiro de software David Bradley, 62. Ele, que é autor de patentes de vários recursos de computadores, também inventou no início dos anos 80 uma das combinações que quase todo usuário já usou uma vez na vida: CTRL+ALT+DEL, responsável pela reinicialização do computador. Atualmente aposentado, Bradley integrou a equipe da criação do primeiro computador pessoal da IBM e que, apesar de ter criado o atalho utilizado na maioria das vezes quando o PC trava, confessou que é “daqueles que não hesitaria em ligar para o suporte se tivesse um problema difícil de ser solucionado em seu computador”.

Confira, abaixo, trechos da entrevista concedida por e-mail ao UOL Tecnologia em que Bradley conta a origem do CTRL+ALT+DEL e a razão pela qual essas teclas foram escolhidas para o atalho:

UOL Tecnologia: Qual foi o processo para a criação do atalho Ctrl + Alt + Del para reiniciar o computador? Que tipo de problema ele resolvia?

David Bradley:
Tudo começou com o IBM PC [primeiro computador pessoal feito pela empresa]. Vários novos programas estavam sendo lançados e testados para a plataforma e, como acontece frequentemente, a maioria deles travava o computador. Uma solução simples para o problema seria utilizar o botão reset. Mas a forma como o PC era feito tornava difícil colocar um [botão reset] e sempre havia o problema de acioná-lo sem querer. Então, nós decidimos utilizar o teclado.

UOL Tecnologia: Por que as teclas Ctrl, Alt e Del foram escolhidas?

David Bradley: 
Nós escolhemos algumas teclas que seriam difíceis de serem acionadas por acidente. Se você observar o teclado de 83 teclas [figura abaixo] dos primeiros PCs, você vai notar que as teclas CTRL e ALT ficam no lado esquerdo do teclado e Del, à direita, longe das primeiras – fato que torna difícil a tarefa de acioná-las por acidente. Eu ainda poderia ter escolhido ENTER em vez de DEL, mas ENTER é uma tecla grande, mais propensa a ser acionada sem querer. Além disso, DEL é uma tecla, de certa forma, associada a ações drásticas no computador. A combinação de teclas foi uma solução simples ao problema. Ela não é completa, pois há programas que impedem interrupções e não conseguem reiniciar o PC. No entanto, funciona bem na maioria dos casos.

UOL Tecnologia: Qual foi o primeiro computador a ter esta função habilitada?

David Bradley:
O IBM PC foi o primeiro que eu usei o C-A-D [como ele chama a combinação CTRL+ALT+DEL]. Segundo a Wikipedia, alguém utilizou o mesmo atalho para computadores Sphere [um dos primeiros computadores pessoais, desenvolvido pela empresa de mesmo nome], mas eu nem sabia da existência dele até ver uma propaganda na revista “Byte” – foi o mais próximo que eu cheguei desse computador. Mesmo assim, eu nunca tinha ouvido falar da combinação de teclas até então. Eu desenvolvi o atalho para o IBM PC e fiz algo parecido em um sistema de depuração de erros – de qualquer jeito, o caso mais famoso é o do commputador da IBM.

UOL Tecnologia: Você usa o Microsoft Windows no seu computador pessoal? Qual sua opinião sobre o sistema [pergunto, pois em uma entrevista você comentou que o Bill Gates tornou o CTRL+ALT+DEL famoso]?

David Bradley:
Uso, inclusive eu estou escrevendo estas respostas para você de um computador com Windows Vista. Eu me lembro de quando os comandos começaram a ser utilizados em uma interface gráfica: o Windows foi um grande passo para isso. O Windows tem problemas -- muito menores que os da década de 90 –, porém eu nunca usei outro sistema operacional em minha vida. Na entrevista de 2001 [comemoração da criação do 1º PC da IBM], eu disse que o Bill [Gates] foi o responsável por fazer o comando famoso em função da tela azul de erro [que tornava obrigatório o reinício do computador] – muito comum na década de 90 e no Windows 98.

UOL Tecnologia: Você utiliza muitas vezes o atalho que você criou?

David Bradley:
Sim, sobretudo para ver o Gerenciador de Tarefas do Windows, que mostra informações do uso da CPU e de programas que, eventualmente, estão travados. Em média, uso ao menos uma vez ao dia o programa. Na década de 80, usava mais.

UOL Tecnologia: Você se considera um herói das pessoas que trabalham em suporte para computador [muitos problemas só são resolvidos reiniciando o computador]?

David Bradley: 
Não. Eu sou daqueles que não hesitaria em ligar para o suporte se tivesse um problema difícil de ser solucionado em seu computador. Embora eu ache que o C-A-D ajude a resolver alguns problemas dos profissionais de suporte.

UOL Tecnologia: Você é mais conhecido pela invenção do “C-A-D”, mas tem várias patentes registradas. Poderia dar mais detalhes sobre elas?

David Bradley:
Na verdade, eu tenho mais de sete patentes. Acho que após eu ter me aposentado foram registradas mais duas. As mais importantes dizem respeito a um método para rolagem de apenas uma parte da tela e uma outra patente sobre a leitura de caracteres em uma tela de modo gráfico. Essas patentes fazem a IBM ganhar muito dinheiro e eles dividem parte dos direitos comigo. Em minha opinião, porém, a minha maior contribuição à propriedade intelectual da IBM foi a BIOS (sistema básico de entrada e saída) do IBM PC. Eu fui o principal autor do módulo de 8 KB. Na época, a patente foi importante para evitar cópias.

UOL Tecnologia: 
Apesar dessas outras patentes, como se sente por ser lembrado, na maioria das vezes, apenas como o inventor do C-A-D?

David Bradley:
Acho divertido. O C-A-D é algo interessante, pois é onipresente, mas que na verdade não é tão importante. A maioria das pessoas não pensa que alguém criou o C-A-D, parece que o atalho sempre esteve lá. No geral, o C-A-D me deu mais que os comuns 15 minutos de fama. Foram apenas 10 minutos de programação de uma carreira de 30 anos.

UOL Tecnologia: Atualmente, o que você faz? Ainda trabalha na IBM?

David Bradley:
Eu me aposentei da IBM em janeiro de 2004 e, atualmente, não tenho um trabalho em tempo integral. Hoje em dia, dou aulas como professor adjunto na Universidade da Carolina do Norte, no departamento de engenharia elétrica e computação.


GUILHERME TAGIAROLI || Do UOL TECNOLOGIA

terça-feira, abril 12, 2011

1408

Um promissor romancista, Mike Enslin (John Cusack), resolveu enveredar por outro caminho e escrever livros que investiguem fenômenos paranormais. Enslin nunca presenciou realmente algum destes fatos, então fica difícil obter credibilidade. Além do mais Mike é totalmente cético, pois até hoje não encontrou evidências de que exista vida após a morte. No entanto decide ir até Nova York e se hospedar no Dolphin Hotel, mais exatamente no quarto 1408, que tem fama de ser habitado por espíritos malignos. O gerente do hotel, Gerald Olin (Samuel L. Jackson), o avisa que 56 mortes já ocorreram neste quarto, mas Mike está decidido a conferir se sua fama está condizente com a verdade.

Info:
Título: 1408
Título Original: 1408
Ano de Lançamento: 2007
Duração: 94 minutos
Direção: Mikael Hafström
Elenco: John Cusack, Samuel L. Jackson, Mary McCormack, Tony Shalhoub

Windows 7 dá uma força no cálculo do financiamento

A Calculadora que acompanha a nova versão do sistema faz cálculos de financimantos, além de conversões e calcular datas.

O Windows 7 sacudiu a poeira da velha calculadora, que agora vem recheada de recursos. Ela faz cálculos especializados nas áreas científica e estatística, além de converter unidades e calcular datas.

Mas não é só: o programa também calcula financiamentos de longo prazo. Para isso, na Calculadora, acione Exibir > Planilhas > Hipoteca. Se, por exemplo, você adquirir um imóvel por 250.000 reais, der uma entrada de 30.000 reais e contratar juros de 9,5% ao ano, quanto vai pagar por mês em 15 anos? Veja lá: 2.297,29 reais.

sexta-feira, abril 08, 2011

Cursos de Tecnologia

Evasão em cursos de tecnologia contribui para déficit de mão de obra

CAMILA FUSCO

Parte da explicação do déficit da mão-de-obra de profissionais em tecnologia _ que deve chegar a 100 mil em 2011 _ vem da alta evasão dos cursos universitários.

Segundo o estudo compilado pela Brasscom, todos os anos, quase 600 mil candidatos se inscrevem em cursos superiores de tecnologia da informação para 470 mil vagas disponíveis. No entanto, a formação anual é de apenas 85 mil profissionais, 15% dos que entraram.

"Muitas vezes os candidatos entram nos cursos mas não necessariamente gostam do tema e acabam desistindo. É necessário melhor esclarecimento sobre a profissão", afirma Nelson Wortsman, também diretor da Brasscom.

Segundo dados da IDC, o mercado brasileiro de tecnologia da informação movimentou no ano passado quase US$ 70 bilhões em hardware, software e serviços. A projeção é chegar em US$ 200 bilhões até 2020 e por isso a necessidade dos profissionais.